Raiz, tronco, e ramos do abusos na Igreja
IRe, 21 é um bom exemplo para ver que os abusos têm una longa história.
Ninguém lhe está imune. Negar a sua existência significa que está latente ou que se tornou tão normalizado que é aceite como correto. É uma tragédia que, ainda hoje, continua a não ter a atenção que merece. As vítimas, que estão em primeiro lugar, continuam a sentir-se desrespeitadas e incompreendidas.
Existem muitos tipos de abuso que já conhecemos, e outros, como o abuso financeiro, que apenas agora começam a ser discutidos.
O que precisamos de mudar para prevenir a maioria dos abusos? Porque é que a Vida Religiosa parece ser terreno fértil para eles?
Se quisermos, é possível enfrentá-los.

